Fernanda Maria

Chapada do Araripe estabelece uma ponte entre Brasil e Marrocos

Nabila Jebbouri é uma jovem pesquisadora marroquina de 28 anos que vem pesquisando os laços culturais entre o Brasil e seu país. Depois de ter participado da promoção do Oásis de Figuig como Patrimônio da Humanidade da UNESCO, ela tem ajudado a Chapada do Araripe, no nordeste brasileiro, a conquistar o mesmo status. Em agosto de 2019, ela participou de um seminário temático para discutir a situação e pretende continuar estudando os aspectos culturais da região.

Brasileira conta como foi o início do lockdown na África do Sul

O governo da África do Sul iniciou no dia 27 de março o lockdown como medida de combate à pandemia de COVID-19. Naquele momento, cerca de 500 brasileiros que estavam no País não sabia ao certo como voltar pra casa. A jornalista brasileira Larissa Carvalho, que trabalhava em Joanesburgo no início da pandemia era uma dessas pessoas.

Uma missão: levar amor e fé a Cabo Verde

Diego Paulo, de 31 anos, partiu do Brasil em 2014 com mais três amigos para Cabo Verde. Seu intuito era conhecer mais da cultura, apreender o crioulo cabo-verdiano, e identificar comunidades e áreas que poderia ajudar. A viagem foi mais um passo depois de um longo período de planejamento da organização cristã Missão Vida em Foco.

Eliana Alves Cruz e a história de todos nós

“Intuitivamente, percebi que tinha alguma coisa nessa história que diz respeito a história de todos nós”, compartilha Eliana Alves dos Santos Cruz ao falar de seu livro “´Água de Barrela” que conta a trajetória da sua família. Eliana, 54, é escritora, jornalista e produtora cultural no Rio de Janeiro. Através de pesquisas e relatos familiares - especialmente de sua tia, Dona Nunu, a autora constrói uma narrativa que traça o caminho que liga o Brasil à África. Eliana defende o ensino, a pesquisa e a escrita como forma de preservar a cultura afro brasileira.

Três escritoras nigerianas que você precisa conhecer agora

Uma nova geração de autoras nigerianas tem chamado atenção do mundo por seus trabalhos sobretudo por trazer diferentes realidades femininas.

Escritoras nigerianas conquistam o mundo

As vozes femininas da Nigéria estão ganhando o mundo. Em 2019, três escritoras nigerianas - Akwaeke Emezi, Oyinkan Braithwaite e Diana Evans - concorreram ao Baileys Women's Prize for Fiction. O prêmio é considerado um dos mais prestigiados no que diz respeito a literatura em língua inglesa.

A voz feminista negra de Stephanie Ribeiro

Stephanie Ribeiro era ainda estudante de arquitetura quando seus textos começaram a viralizar na internet. Em uma universidade com maioria branca ela achou no feminismo negro e na escrita um lugar de acolhimento e luta. Logo várias mulheres se identificaram com o que Stephanie tinha a dizer e a escritora se tornou uma das vozes mais expressivas do ativismo brasileiro.

A África através dos quadrinhos: o mercado geek está em alta no continente

O mundo sempre contou história por meio de ilustrações. Na pré-história, por exemplo, a comunicação se dava através da arte rupestre nas cavernas. Nos tempos atuais, os quadrinhos diversificaram e democratizaram a disseminação de ilustrações com o intuito de contar histórias. Países como Japão e Estados Unidos fizeram dessa arte uma indústria gigantesca. Já na África, diversos talentos têm surgido a fim de contar a história africana sob outra perspectiva além de ressignificar o gênero. Misturando a tradição africana e o universo fictício dos super-heróis, alguns nomes vem aos poucos ganhando espaço e acumulando uma legião de fãs.