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Exposição inédita reúne esculturas, sarcófagos e múmias do Egito Antigo no Rio de Janeiro

Múmia de gato. Procedência desconhecida, séc. III a.C. – séc. III d.C.

Montada no Rio de Janeiro, a exposição Egito Antigo: do cotidiano à eternidade exibe 140 peças direto do Museu Egípcio de Turim (Museo Egizio), na Itália, que tem o segundo maior acervo dedicado ao Egito no Mundo, atrás apenas do Museu do Cairo, capital egípcia. Para os curadores Pieter Tjabbes e Paolo Marini, a ideia da exposição é atrair um público para além de quem já tem intimidade com o tema.

Segundo Tjabbes, a mostra vai misturar a coleção de antiguidades com pontos ‘instagramáveis’, aqueles lugares propícios para as fotos que se espalham pela internet e fazem por si só a propaganda dos eventos. “Muitas pessoas não têm o hábito de ir a exposições e outras acham que aquilo não é para elas. Tentamos mudar isso através da internet. Isso traz mais público. Eles querem saber onde foi feita aquela foto engraçada, onde fica aquele espaço. De repente, percebem que o espaço é para eles”, explica.

Além das peças originais, a empresa Art Unlimited, organizadora do evento, trabalhou por mais de um ano para montar uma megaexposição sobre o período que vai de 4.000 a 30 a.C.

Amuleto em forma de olho ‘wedjat’ do 3º Período Intermediário (1076-722 a.C.)

Eu adaptei a exposição ao nosso público do Brasil, que em sua grande maioria nunca teve contato com o Egito e menos ainda com o Egito Antigo”, afirma Tjabbes.

A mostra está dividida entre vida cotidiana, religião e eternidade. Cada uma tem, por sua vez, cores que serão exploradas em destaque e diferentes iluminações.

Sarcófago para gato. Período Tardio (722-332 a.C.)

O cotidiano é apresentado por meio de vídeos e fotografias – do Nilo, de sítios arqueológicos, tumbas e objetos importantes. Além das imagens, há pinturas, escritos, adereços e objetos como frascos de cosméticos, sapatos e vestimentas que revelam aspectos  da civilização egípcia

O verde da religião leva os visitantes a um templo. Já o terceiro espaço aborda as tradições funerárias e a vida após a morte. Entre os destaques estão seis caixões originais e, em um deles, a múmia de uma mulher com de nome Tararó, da 25ª dinastia e uma réplica da tumba de Nefertari, mulher de Ramsés II – o mesmo da estátua no início da exposição.

A mostra Egito Antigo: do cotidiano à eternidade fica em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro até 27 de janeiro. Depois passará por São Paulo, Brasília e Belo Horizonte.

Com informações da Agência de Notícias Brasil Árabe

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