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Abbé Tossa: moda, identidade e África

Nascido em Benin, o estilista Abbé Tossa veio ao Brasil através de um intercâmbio para estudar Ciências Biológicas na Unifesp. Foi no País que seu talento para a moda ganhou força e em 2018 ele lançou a sua marca, a Kuavi. Seu trabalho tem grande influência da tradição africana, desde a escolha dos tecidos a confecção das peças, destacando sua motivação em divulgar a cultura do continente.

Vensam Iala, dos campos para as telas

O guineense Vensam Iala sonhava em ser jogador de futebol. Na infância, sempre ouvia o pai falar do Brasil, consagrado por seu futebol e por jogadores como Pelé. Aos 17 anos, o sonho dele foi interrompido quando fraturou a clavícula, o que impedia a sua profissionalização como atleta. Porém, o fascínio pelo Brasil persistiu. E em 2010 Vesam pode realizar o desejo de conhecer o país. Ele se mudou para a cidade de Assis para estudar Letras na Universidade Estadual de São Paulo (Unesp).

Guilherme Canever, em busca de destinos invisíveis

O engenheiro florestal Guilherme Canever é aficcionado por África desde pequeno quando via fotos de viagens feitas pelo avô. Aos 42...

Humberto Barbosa, de olho no Oceano Atlântico

Na última semana, a fumaça dos incêndios florestais que vêm da cidade de Mangai, na República Democrática do Congo, no Sul...

O angolano que quer conectar seu país com o mundo

Usar as tecnologias digitais para promover debates sérios e frutíferos sobre política e outras questões. essa é a função do LAFA. Acrônimo para Leading Africa Forum-Angola, o projeto surgiu da mente do angolano Pedro Domingos Paposseco Manuel. Natural de Cazenga, um dos sete municípios que constituem a cidade de Luanda, Pedro teve a oportunidade de estudar fora e ampliar sua percepção de mundo. Agora, ele utiliza as redes sociais para empoderar a juventude e promover diálogos sobre o desenvolvimento do seu país.

Wanderson Petrova: “O amor conquista tudo”

Criada em 2006 pela popstar Madonna, a ONG Raising Malawi (http://www.raisingmalawi.org/health) já ajudou mais de 5.600 crianças com a construção de escolas, creches, centros de saúde e programas de prevenção de doenças. Em 2017, a organização decidiu criar na cidade de Blantyre um hospital chamado The Mercy James Institute for Pediatric Surgery and Intensive Care (MJIPSIC). A inauguração teve a contribuição do artista cearense Wanderson Petrova. Fã de Madonna, ele foi descoberto por ela através das redes sociais e levado para o Malawi para colocar uma de suas obras de grafite em um mural do hospital.

Mel Mattos e a “morabeza” caboverdiana

Não é de hoje que artistas brasileiros se aventuram em países africanos para a troca de experiências e intercâmbio cultural. A...

As cores de Moh Awudu

Aos 33 anos, Mohammed Awudu, é considerado o mais famoso habitante de Nima, bairro localizada na Grande Acra, em Gana. Moh, como é conhecido...

Inno Sorsy, a contadora de histórias

Natural de uma região entre Gana e o Togo, Inno Sorsy viaja o mundo contando histórias. Ao mudar-se para Londres ainda pequena, começou a...